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Veneno de Direitista e Historia

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Veneno de Direitista e Historia
Comentário · há 8 anos
"Imaparcialidade" hahahahhahahahahhaha
Pura falsificação Histórica (intreseca a direita)
Até um Portuga foi la e acabou com essa mentira

1- Mouro não significa “negro”, significa “nativo da Mauritânica” que nada tem que ver com o actual país, mas com um reino norte africano composto por Berberes que são caucasianos. O nome “Maurício” quer dizer exactamente o mesmo. Fazer uma tradução literal da origem grega é portanto errado.

2- “Mouro” adquiriu na idade média a posição de sinónimo de “Islâmico” ou “sob domínio Islâmico. Mais que um termo racial era um termo cultural. Os “mouros” do Al-Andaluz eram uma mistura de cinco povos diferentes e não um só, sendo o mais significativo (a esmagadora maioria), os Moçárabes, que eram europeus cristão sob domínio ou convertidos ao islão. A esses juntavam-se ainda judeus, árabes, soldados berberes e os saqaliba (os tais escravos da Europa de Leste). Quando falamos em “mouro” estamos a falar dessa gente toda e desses povos todos.

3- Portugal nunca esteve 741 anos debaixo de domínio mourisco, aliás nem sequer perto disso. Portugal ficou debaixo de domínio Mouro entre 711 e acabou a sua reconquista em 1249, ou seja 538 anos depois, mais de 200 anos a menos do que afirmou. Foi Castela quem só terminou a sua reconquista em 1492. Nessa altura já Portugal tinha começado a sua expansão marítima há 77 anos! Já tinha colónias, descoberto os Açores, a Madeira, já tinha começado a exploração do ouro africano e do marfim, etc!

Enfim, obrigado por nos tentar defender, mas acho que nenhum português tem vergonha da sua história. Nem mesmo da escravatura. O passado é passado e deve ser encarado segundo as mentalidades da época.
Cumprimentos de Portugal…

1-o Romanos foram os primeiros a criar a “Mauritânea”.

2- Não, não havia muitos negros. Não havia negros na verdade. O contacto dos portugueses com subsaarianos só ocorreu com a expansão marítima. Aliás, não havia sequer muitos árabes ou berberes, havia isso sim muitos judeus (que chegaram muito antes), como geneticamente é fácil de provar. A Invasão árabe foi feita com um pequeno contingente de soldados árabes e berberes sob o comando o Omíada Tariq ibn Ziyad, ele próprio possivelmente um escravo liberto. O seu sucesso foi obra das populações locais que definhavam sob os reinos germânicos e que por conta disso abriam as portas das cidades aos invasores. A rapidez deve-se portanto ao nativos e não aos poucos invasores.

“A população sob o domínio muçulmano era muito heterogênea e constituída por árabes e berberes, uns e outros muçulmanos, moçárabes (hispano-godos que, sob o domínio muçulmano conservaram a sua religião, mas adotaram as formas de vida exterior dos muçulmanos), cristãos arabizados e judeus.”

Quanto ao vitimismo das sociedade brasileira é um facto. Nós portugueses conhecemo-la como ninguém. Já não é coisa que nos apoquente.

Os moçárabes, que constituíam a maioria da população, gozavam de liberdade de culto e tinham leis próprias, mas a troco dessas vantagens eram obrigados ao pagamento de dois tributos: o imposto pessoal de captação e imposto predial sobre o rendimento das terras.

3- Se não se refere ao domínio de território português então está errado de qualquer forma. A utilização de escravos europeus por parte dos árabes e norte africanos (erradamente associados a negros nesta página), começou muito antes da invasão, teve patrocínio dos Romanos e acabou muitíssimo depois. Portugueses prisioneiros de guerra eram escravizados um pouco pelo mundo fora, etc.
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Veneno de Direitista e Historia
Comentário · há 8 anos
Pura falsificação Histórica (intreseca a direita)
Até um Portuga foi la e acabou com essa mentira

1- Mouro não significa “negro”, significa “nativo da Mauritânica” que nada tem que ver com o actual país, mas com um reino norte africano composto por Berberes que são caucasianos. O nome “Maurício” quer dizer exactamente o mesmo. Fazer uma tradução literal da origem grega é portanto errado.

2- “Mouro” adquiriu na idade média a posição de sinónimo de “Islâmico” ou “sob domínio Islâmico. Mais que um termo racial era um termo cultural. Os “mouros” do Al-Andaluz eram uma mistura de cinco povos diferentes e não um só, sendo o mais significativo (a esmagadora maioria), os Moçárabes, que eram europeus cristão sob domínio ou convertidos ao islão. A esses juntavam-se ainda judeus, árabes, soldados berberes e os saqaliba (os tais escravos da Europa de Leste). Quando falamos em “mouro” estamos a falar dessa gente toda e desses povos todos.

3- Portugal nunca esteve 741 anos debaixo de domínio mourisco, aliás nem sequer perto disso. Portugal ficou debaixo de domínio Mouro entre 711 e acabou a sua reconquista em 1249, ou seja 538 anos depois, mais de 200 anos a menos do que afirmou. Foi Castela quem só terminou a sua reconquista em 1492. Nessa altura já Portugal tinha começado a sua expansão marítima há 77 anos! Já tinha colónias, descoberto os Açores, a Madeira, já tinha começado a exploração do ouro africano e do marfim, etc!

Enfim, obrigado por nos tentar defender, mas acho que nenhum português tem vergonha da sua história. Nem mesmo da escravatura. O passado é passado e deve ser encarado segundo as mentalidades da época.
Cumprimentos de Portugal…

1-o Romanos foram os primeiros a criar a “Mauritânea”.

2- Não, não havia muitos negros. Não havia negros na verdade. O contacto dos portugueses com subsaarianos só ocorreu com a expansão marítima. Aliás, não havia sequer muitos árabes ou berberes, havia isso sim muitos judeus (que chegaram muito antes), como geneticamente é fácil de provar. A Invasão árabe foi feita com um pequeno contingente de soldados árabes e berberes sob o comando o Omíada Tariq ibn Ziyad, ele próprio possivelmente um escravo liberto. O seu sucesso foi obra das populações locais que definhavam sob os reinos germânicos e que por conta disso abriam as portas das cidades aos invasores. A rapidez deve-se portanto ao nativos e não aos poucos invasores.

“A população sob o domínio muçulmano era muito heterogênea e constituída por árabes e berberes, uns e outros muçulmanos, moçárabes (hispano-godos que, sob o domínio muçulmano conservaram a sua religião, mas adotaram as formas de vida exterior dos muçulmanos), cristãos arabizados e judeus.”

Quanto ao vitimismo das sociedade brasileira é um facto. Nós portugueses conhecemo-la como ninguém. Já não é coisa que nos apoquente.

Os moçárabes, que constituíam a maioria da população, gozavam de liberdade de culto e tinham leis próprias, mas a troco dessas vantagens eram obrigados ao pagamento de dois tributos: o imposto pessoal de captação e imposto predial sobre o rendimento das terras.

3- Se não se refere ao domínio de território português então está errado de qualquer forma. A utilização de escravos europeus por parte dos árabes e norte africanos (erradamente associados a negros nesta página), começou muito antes da invasão, teve patrocínio dos Romanos e acabou muitíssimo depois. Portugueses prisioneiros de guerra eram escravizados um pouco pelo mundo fora, etc.
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